Classico 375 ml
Floral e picante, com maçã e alcachofra por baixo.
A colheita de outono da Sabina, colhida à mão e prensada em vinte e quatro horas.
A garrafa do dia a dia, se os seus dias merecem. A colheita segue o clima e as fases da lua, o fruto vai para o lagar em vinte e quatro horas, e o azeite sai a frio, sem acréscimos e sem correções.
É nessa velocidade que os polifenóis sobrevivem. A Libellula mede 350 a 400 mg/kg no Classico, várias vezes o de um extravirgem de supermercado, e dá para sentir na picância que fica no fundo da garganta.
Cru, no pão, na sopa, em tudo o que sem ele ficaria pior.
Contamos a história de Libellula e abrimos a porta. A compra, o envio e os ganhos ficam com eles, vivemos de uma pequena comissão.
Descubra quem está por trás de Classico 375 ml, o processo e os valores.
Conheça o artesão →Dúvidas? Fale com quem faz →Prensar em vinte e quatro horas não é um detalhe.
- ·Um sabor mais vivo e mais fresco: herbáceo, verde, de campo.
- ·A picância no fundo da garganta, que é o sinal de um alto teor de polifenóis.
- ·Mais antioxidantes (polifenóis e vitamina E), que caem à medida que a azeitona fica parada depois da colheita.
- ·Menos oxidação e acidez mais baixa, ou seja, um azeite mais limpo e mais estável.
- ·Uma vida mais longa na garrafa, porque esse frescor protege o azeite sozinho.
Camillo Franchi Scarselli nunca imaginou que fosse virar olivicultor.
Durante anos ele teve uma agência de marketing em Roma. Tudo mudou quando se mudou para as colinas da Sabina romana e encontrou uma paisagem onde as oliveiras moldaram a terra e as pessoas durante séculos.
Na mesma época, a filha, Julia, estudava ciências ambientais e arquitetura nos Estados Unidos.
Quando ela voltou para casa, os dois perceberam algo alarmante.
Os olivais que definiam a Sabina havia gerações estavam desaparecendo devagar: a mudança climática tornou as colheitas menos previsíveis, os custos de produção não paravam de subir, os jovens estavam deixando o campo, e para muitas famílias continuar simplesmente já não fechava a conta. A Libellula nasceu como resposta a essa realidade.
Não só para produzir azeite, mas para criar um modelo capaz de tornar a preservação desses olivais economicamente sustentável de novo.
Hoje a Libellula trabalha com uma rede de pequenas famílias produtoras em volta de Palombara Sabina, ajudando a guardar tanto a paisagem quanto o conhecimento que está por trás dela.
O programa de adoção de oliveiras permite que qualquer pessoa apoie a recuperação de olivais abandonados, e cada garrafa carrega a mesma filosofia: azeitonas colhidas à mão, cultivadas sem pesticidas e prensadas em até vinte e quatro horas depois da colheita, para preservar o frescor, o sabor vivo e o alto teor natural de antioxidantes do fruto.
Nos últimos anos, a família também abriu as portas de casa, recebendo apenas cinco hóspedes por vez para viver a Sabina romana pelos seus olivais, abadias, vilas imperiais e um ritmo de vida mais lento.


Mais experiências
Bom saber
O que está incluído?
Garrafa de 375 ml, colheita de outono. Regulamento Sabina D.O.P.. 350 a 400 mg/kg de polifenóis. Colhido à mão, prensado a frio em vinte e quatro horas. Agricultura regenerativa, sem pesticidas. Enviado pelo produtor.
Quanto tempo dura?
Melhor até dezoito meses depois da colheita, longe de luz e calor.
Quanto custa?
375 ml: A partir de $32
Onde acontece?
Palombara Sabina, Lazio
Quando está disponível?
Nova colheita todo outono · Envio de Palombara Sabina
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